Dançando em Paris II

Alô Dançantes!!

Notícias fresquinhas diretamente da Cidade Luz, Paris, pelos nossos amigos e correspondentes internacionais, Guilherme Rocha e Carolina Rogelim. Desfrutem!

Primeira semente do Zouk brasileiro em Paris!

Não é novidade que o zouk brasileiro vem despertando o interesse dos dançarinos do mundo todo, seja pela introdução de novas técnicas às danças sociais, pela plasticidade que lhe é peculiar ou pela historia da lambada, conhecida mundialmente. Também tem se tornado uma porta para quem ainda não deu seus primeiros passos de dança, pois conseguem se ver na possibilidade de fazer um cambré ou conduzir um movimento de cabeça, de tornar realidade algo que aparentemente é muito distante.

O interesse pelo zouk brasileiro (ou lambazouk, em Paris) nos levou a pensar em métodos de propagar e ampliar o público parisiense tão sedento da dança brasileira. Esse trabalho começou, sobretudo, através dos encontros (e desencontros) que a vida reserva pra gente. E uma das primeiras pessoas que conhecemos ao chegar na cidade foi Aurélie Toquet, uma apaixonada pela lambada e pelo zouk brasileiro, uma mulher com energia e iniciativa suficientes para nos ajudar nessa tarefa. Através dela conhecemos Nazem, um promotor de festas latinas em Paris, que imediatamente “tombé amoureux”, caiu de amores, pelo zouk brasileiro e viu ali uma novidade que pudesse estourar entre os dançarinos locais.

Depois das duas primeiras experiencias, em que o lambazouk começou a aparecer dentro das “soirées” latinas, surgiu ali um interesse imediato das pessoas que ja dançavam salsa e bachata. Foi a primeira resposta: o publico queria o zouk brasileiro!

A partir dai, foram realizadas festas latinas semanais precedidas com a nossa aula de lambazouk iniciante. Entre uma salsa e outra apareciam alguns zouks para que as pessoas pudessem praticar o que haviam apendido.

Hoje podemos dizer que uma grande semente foi plantada: a semente do zouk brasileiro em Paris. O resultado se vê na recente criação da associação Lambazouk.Fr, dirigida pelas pessoas acima citadas, junto ao nosso trabalho e também ao de todos os profissionais de lambazouk em Paris. O objetivo é simples: promover a lambada e o zouk brasileiro na França.

E assim ficamos com o sentimento de missão cumprida. Da certeza da qualidade da dança de Floripa, que tem tudo pra ganhar o mundo.

Guilherme Röcha et Carolina Rögelin

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Uma resposta para “Dançando em Paris II

  1. E não é só na França não…

    Em junho vai ter o ZoukBerlin (www.zoukberlin.de).
    Quem está organizando é a academia do Ailton Silva, em Berlim. Vale a pena dar uma olhada no site para ter uma ideia: na galeria de links tem vários sites sobre o Zouk na Europa. No calendário de eventos, dá pra ver que sempre tem alguma coisa acontecendo.

    Queria ver isso com o samba também… 😉

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