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COMEÇOU! PRÊMIO DESTERRO 2012 – SAIBA ABSOLUTAMENTE TUDO

O Prêmio Desterro – 3° Festival de Dança de Florianópolis será realizado de 10 a 12 de agosto, no Teatro Governador Pedro Ivo, anexo ao Centro Administrativo do Governo do Estado de Santa Catarina. Mais de 530 bailarinos da Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo apresentarão 127 coreografias, entre solos, duos, trios e conjuntos, nas categorias júnior e adulto.

     São 54 grupos, companhias, academias e escolas que levarão ao palco trabalhos de 94 coreógrafos, do século XIX até a atualidade. O primeiro deles será o grand pas de deux do quarto ato do balé clássico de repertório “Dom Quixote”, de Marius Petipa, apresentado pelos bailarinos convidados do Rio de Janeiro Mariana Rodrigues e Edson Barbosa – que, entre outros títulos, foi eleito há poucos dias o melhor bailarino do 30° Festival de Dança de Joinville. Os demais são concorrentes nos nove gêneros competitivos: quatro balés clássicos, seis balés clássicos de repertório, 40 danças contemporâneas, 10 danças de salão clássica, 12 danças de salão contemporânea, sete danças populares, 20 danças urbanas, 20 de jazz e sete sapateados.

     Os ingressos custam R$ 15,00 (antecipado, estudantes e idosos acima de 60 anos) e R$ 30,00 (inteira). Há também o pacote Prêmio, no valor de R$ 35,00, com um bilhete para cada noite de espetáculos, que pode ser adquirido somente com antecipação. As 706 poltronas não são numeradas e as sessões iniciam às 19h30. As apresentações são setorizadas por gênero: dia 10 – balé clássico, balé clássico de repertório e dança contemporânea; dia 11 – danças populares, dança de salão clássica, dança de salão contemporânea e sapateado; dia 12 – danças urbanas e jazz.

     A comissão julgadora será composta pelos profissionais Alex Neoral e Roberta Appratti, do Rio de Janeiro; Henrique Bianchini e Tati Sanchis, de São Paulo; Tindaro Silvano, de Belo Horizonte; Cristovão Christianis, de Porto Alegre; Octávio Mansur, de Curitiba; Barbara Rey, Bia Mattar e Edson Amaral (EdSoul), de Florianópolis; que se dividirão em bancas mistas de acordo com o gênero avaliado. Ao final de cada sessão, serão anunciados os três primeiros classificados em todos os subgêneros (solo feminino e masculino, duo, trio e conjunto) em ambas as categorias (júnior e adulto), além do vencedor do gênero (R$ 1 mil). Já o Prêmio Destaque (R$ 2 mil) e o grande campeão geral do Prêmio Desterro (R$ 10 mil) serão revelados na noite de encerramento. A premiação total soma R$ 21 mil em dinheiro.

Programação paralela

     Após a entrega dos prêmios aos vencedores da noite do dia 11, no próprio teatro, ocorrerá o debate “Dança de Salão Contemporânea – Novos Caminhos para a Cena”, tendo como debatedores Daniel Pozzobon e Bia Mattar, diretor e curadora do festival, mais o coreógrafo e professor Cristovão Christianis, de Porto Alegre, jurado do evento. Eles conversarão com a plateia durante 90 minutos sobre esta nova linha de criação coreográfica que tem originado controvérsias.

     Três livros serão lançados no hall do Centro Administrativo, defronte ao teatro. Dia 10, às 18h45, o jornalista Joel Gehlen autografa “Palco da Sagração, o Maior Festival de Dança do Mundo” (Editora Letradágua, R$ 80,00). Escrito em conjunto com a colega Suzana Braga, registra momentos marcantes do Festival de Joinville, que completou 30 anos. No mesmo horário, Joel apresenta “Ballet Fotográfico – Imagens de uma Bailarina Solta no Mundo” (Editora Letradágua, R$ 60,00). Organizado por ele, abre as comemorações dos 90 anos de Tatiana Leskova, propulsora da dança no País, que estará presente na ocasião. Dia 12, também às 18h45, o professor Octávio Nassur lança “Culinária Coreográfica – Desmedidas de Receitas para Iniciantes na Cozinha Cênica” (R$ 35,00), edição independente sobre os bastidores do processo criativo.

     Foram abertos ao público três cursos de dança, com aulas em diferentes espaços, ministradas por integrantes da comissão julgadora do festival. São 20 vagas para balé clássico, com Tindaro Silvano (Belo Horizonte); 30 para dança contemporânea, com Alex Neoral (Rio de Janeiro); e 30 para danças urbanas, com Henrique Bianchini (São Paulo). Os valores da inscrição variam de R$ 30,00 a R$ 60,00 e a carga horária de 90 a 180 minutos.

     Proporcionando mais um ponto de encontro e de intercâmbio entre todos os participantes e com o público, o momento de descontração será na festa oficial do Prêmio Desterro, dia 11, a partir das 22h, no Seu Beltrano Boteco Lounge, na Lagoa da Conceição. As atrações serão a banda Marelua e os convidados nacionais Tereza Gama e Marco Mattoli, integrantes da banda Clube do Balanço, de São Paulo, com repertório de samba-rock. No piso inferior, onde funciona o Boteco da Ilha Chopperia e Bar, samba de raiz do o grupo Novos Bambas.

     O Prêmio Desterro é coordenado por Lenise e Carlos Eduardo de Andrade, Sheila Ludwig e Daniel Pozzobon, sob direção artística de Bia Mattar. Conta com patrocínio da construtora Hantei Engenharia e, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, da Prefeitura Municipal de Florianópolis, Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e Unimed Grande Florianópolis. Tem ainda o apoio da rede de bares Boteco da Ilha/Seu Beltrano, restaurante Bom Garfo, Dance Plus, Secretaria de Estado da Administração e Fundação Catarinense de Cultura.

BASTIDOR

     Apesar de muito novo, o Prêmio Desterro mantém-se como um dos eventos mais procurados do calendário cultural catarinense, tanto pelo público quanto pelos participantes. Desde que surgiu, em 2010, tem registrado interesse de bailarinos e coreógrafos de todas as regiões do País e do exterior. Nesta que é sua a terceira edição, os organizadores foram surpreendidos com o recorde de 465 coreografias inscritas, quase o quádruplo da quantidade recebida no ano passado. Os candidatos eram provenientes da Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

     Segundo Carlos Eduardo de Andrade, um dos organizadores, “neste ano, fizemos uma divulgação mais dirigida aos bailarinos, criamos o gênero dança de salão contemporânea e abrimos todos os subgêneros para os nove gêneros competitivos nas duas categorias, júnior e adulto, gerando mais possibilidades de participação”. Nas edições anteriores, havia limite de trabalhos por grupo e à categoria júnior eram só permitidas coreografias de conjunto.

     Para a diretora artística, Bia Mattar, a credibilidade conquistada entre os participantes também contribui para que o interesse dos bailarinos cresça e se expanda. “Quem veio sentiu-se bem recebido, viu que as propostas foram cumpridas, gostou e retorna. Já faz parte do seu calendário”, observa ela, lembrando que “o boca a boca é fator importantíssimo”. E isto se estende aos jurados. “Eles são os nossos maiores porta-vozes. Saem daqui fascinados e depois comentam”.

     Daniel Pozzobon, também idealizador do Prêmio Desterro, considera que, além do prestígio já alcançado, “o fato de se colocar a seleção por vídeo dá a ideia de um evento de qualidade”, o que estimula a procura. Somam-se ainda os contatos com outros eventos de dança e a parceria com outros festivais semelhantes.

NOVIDADES

     A partir deste ano, todas as coreografias foram submetidas à seleção, permitido aos candidatos enviar quantos trabalhos desejassem, já que antes o regulamento estabelecia limites. Na primeira edição, em 2010, não houve triagem. Em 2011, o processo seletivo foi adotado para solos, duos e trios, tendo acesso automático ao palco somente os conjuntos. Agora, o festival dá mais um passo na busca pela qualificação dos espetáculos que serão apresentados ao público e avaliados pela comissão julgadora.

     A dança de salão foi dividida em clássica e contemporânea, sendo o primeiro evento no Brasil a estabelecer esta forma de avaliação. Assim, sobe para nove o número de gêneros competitivos, aumentando o valor total de prêmios em mais R$ 1 mil (em 2011 o total foi de R$ 20 mil). Na dança de salão clássica, serão avaliadas coreografias que seguem fielmente as técnicas, movimentos, tempos e compassos das danças de salão tradicionais, mantendo-os evidentes durante todo o trabalho coreográfico. Já na dança de salão contemporânea, incluem-se as que têm como referência não apenas a estrutura das danças de salão, mas que também buscam linhas e tendências atuais e contemporâneas, influenciadas por técnicas e movimentos de outros gêneros.

     Ao contrário dos anos anteriores, quando o júri era composto por cinco membros fixos para todo o festival, haverá diferentes bancas mistas, formadas por avaliadores permanentes e especialistas. Enquanto alguns assistirão a todas as coreografias para eleger o vencedor do Prêmio Desterro como o melhor grupo, os demais complementarão a mesa em áreas específicas para apontar os ganhadores de cada gênero.

     O formato do cronograma de apresentações mudou. Antes, a pauta misturava diferentes gêneros em todas as noites de espetáculos. Agora, as seções serão setorizadas: dia 10, balé clássico, balé clássico de repertório e dança contemporânea; dia 11, dança de salão clássica, dança de salão contemporânea, danças populares e sapateado; dia 12, danças urbanas e jazz.

     Também se iniciou uma série de parcerias com outros eventos competitivos de dança. Como parte da premiação, o campeão geral de cada festival ganha o direito de inscrever uma coreografia para concorrer no Prêmio Desterro, livre de taxas e sem passar pelo processo seletivo, independentemente da quantidade de integrantes e do gênero escolhido. Os primeiros foram a Cia. Núcleo Corpóreo, de Balneário Camboriú (SC), vencedora do Festival de Dança de Timbó (SC), em maio; e o IOA Dança – Instituto de Orientação Artística, de Jundiaí (SP), melhor grupo do 23° Festidança – Festival de Dança de São José dos Campos (SP), realizado em junho.

AVALIAÇÃO E PREMIAÇÃO

     A comissão julgadora será dividida em bancas mistas, constituídas por avaliadores permanentes e outros especialistas, agregados somente para analisar trabalhos de determinados gêneros. São eles: Alex Neoral e Roberta Appratti, do Rio de Janeiro; Henrique Bianchini e Tati Sanchis, de São Paulo; Tindaro Silvano, de Belo Horizonte; Cristóvão Christianis, de Porto Alegre; Octávio Mansur, de Curitiba; Barbara Rey, Bia Mattar e Edson Amaral (EdSoul), de Florianópolis.

     Eles apontarão os três primeiros colocados nos subgêneros solo feminino e masculino, duo, trio e conjunto, em todos os gêneros (balé clássico, balé clássico de repertório, dança contemporânea, dança de salão clássica, dança de salão contemporânea, danças populares, danças urbanas, jazz e sapateado), em ambas as categorias (júnior e adulto). Os resultados serão anunciados ao fim de cada noite.

     Para compor a nota média, serão somadas as pontuações de todos os avaliadores da banca específica. O primeiro lugar será o que atingir a maior média acima da nota 9; o segundo, a média imediatamente inferior ao primeiro lugar e acima de nota 8; e o terceiro, a média imediatamente inferior ao segundo lugar e acima de nota 7. Todos receberão troféus pela classificação.

     O grupo ou bailarino que conquistar a maior pontuação em cada um dos nove gêneros receberá R$ 1 mil em dinheiro e mais um troféu. A estatueta também será conferida aos segundos e terceiros colocados. Todos os participantes, independente de classificação, poderão ser indicados também ao Prêmio Destaque, no valor de R$ 2 mil, que será outorgado a um bailarino, grupo, escola, figurinista, ensaiador, coreógrafo ou conjunto de obra que se evidencie. E para a apresentação considerada a melhor de todo o festival será o concedido o Prêmio Desterro, de R$ 10 mil. A escolha será feita por um júri composto por integrantes das comissões julgadora e organizadora.

     As bancas serão divididas da seguinte forma:

*Balé clássico, balé clássico de repertório e dança contemporânea: Alex Neoral, Barbara Rey, Roberta Appratti, Tati Sanches e Tindaro Silvano.

*Dança de salão clássica, dança de salão contemporânea, danças populares e sapateado: Bia Mattar, Cristovão Christianis, Roberta Appratti, Tati Sanches e Tindaro Silvano.

*Danças urbanas e jazz: Edson Amaral (EdSoul), Henrique Bianchini, Octávio Mansur, Tati Sanches e Tindaro Silvano.

JURADOS

*Alex Neoral: começou seus estudos em dança, em 1994, no Rio de Janeiro, onde integrou renomadas companhias, como Deborah Colker, Nós da Dança, Grupo Tápias e Vacilou Dançou. Em 1997, fundou a Focus Cia. de Dança e passou a pesquisar suas próprias obras coreográficas, apresentando o primeiro espetáculo profissional, “Vertice”, em 2000. Com a Focus, já foi aplaudido em mais de 50 cidades brasileiras e ainda na Alemanha, Itália, Panamá e França, com destaque à Bienal de Lyon, em 2010. Como professor de dança contemporânea, já ministrou aulas também nos Estados Unidos e na Itália. Convidado para inúmeros trabalhos de coreografia, entre os quais, a remontagem de “Pathways” para o CityDance Ensemble de Washington, Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Cia. Nós da Dança e solos para Nina Botkay e Roberto de Oliveira, além de duas peças para a Cia. DeAnima Balé Contemporâneo e Grupo Êxtase. Coreógrafo da comissão de frente da escola de samba Imperatriz Leopoldinense, desde 2009.

*Barbara Rey: bailarina, coreógrafa e instrutora de balé, dedica-se ao desenvolvimento de metodologia para o ensino e o aperfeiçoamento das técnicas para alunos profissionais ou não, pesquisando um processo criativo baseado no design cenográfico, estudado com o doutor Gastón Breyer, em Buenos Aires. Como diretora artística da Escola de Dança Albertina Ganzo, formou o corpo de baile da instituição – que, depois, transformou-se no Jovem Ballet de Santa Catarina. Trabalha com produção e direção de espetáculos e já recebeu como coreógrafa premiações em diversos festivais. Atuou como assistente de direção e primeira bailarina da Voga Cia. de Dança. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura, participou das comissões de técnica e de mérito para o Edital de Pontos de Cultura do Ministério da Cultura (MinC) e para o Edital de Artes Cênicas da Fundação Franklin Cascaes. Também elaborou pareceres para o Edital de Cultura de Joinville e Jaraguá do Sul. Ex-presidente da Associação Profissional de Dança de Santa Catarina (Aprodança), foi jurada e ministrante de cursos em festivais no Sul do País. Mantém parceria com a Camerata Florianópolis e a Pró-Música de Florianópolis, para quem já produziu, coreografou e dirigiu três espetáculos. Foi professora convidada da Universidade das Artes em Puerto Vallarta, México, para ministrar curso de balé infantil e pontas avançado, além de realizar exercício coreográfico para a mostra junto com professores de diversos países. Recentemente, coreografou um trabalho com a Escola e Cia. Jovem do Teatro Bolshoi no Brasil.

*Bia Mattar: formada pela Escola de Ballet Evelyn, em São Bernardo do Campo (SP), frequentou diversos cursos de aperfeiçoamento no Brasil e nos Estados Unidos, entre eles, de clássico, contemporâneo, jazz e sapateado, no qual se especializou e se tornou reconhecida nacional e internacionalmente, promovendo shows e workshops com convidados do País e do exterior. Como bailarina profissional, participou de diversas montagens e produções paulistas e catarinenses. Como professora, atua em escolas de dança, projetos sociais e institucionais de fomento à arte e à criação artística nos âmbitos público e privado. Diretora e coreógrafa do Grupo Perc Pé-Patibiribia de sapateado, é professora, curadora artística e jurada de festivais e mostras nacionais e internacionais. Ex-diretora do Centro Integrado de Cultura e ex-membro do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina, foi presidente e representante da Associação Profissional de Dança de Santa Catarina (Aprodança) na Comissão Permanente de Cultura de Florianópolis. É consultora técnica para elaboração de projetos e captação de recursos por meio de leis de incentivo à cultura e membro da Comissão Permanente de Dança de Florianópolis. Representa a International Tap Association (TAP) no Brasil. Colaboradora da revista “Dança Brasil” e correspondente do “Jornal da Dança” na região Sul. É diretora artística do Prêmio Desterro desde sua criação, em 2010.

*Cristovão Christianis: foi integrante da Cia. de Dança Jaime Arôxa, no Rio de Janeiro, por 12 anos, participando dos principais festivais do País. Atualmente, é proprietário e diretor técnico da rede de escolas Oito Tempos Dança de Salão. Professor do módulo de “Ritmos Brasileiros” da pós-graduação em dança com ênfase em “Danças de Salão” na Faculdade Metropolitana de Curitiba (Famec). Coordenador do curso de capacitação de professores de dança de salão vinculado à Faculdade da Serra Gaúcha (FSG), em Caxias do Sul (RS), e Faculdades Spei (Sociedade Paranaense de Ensino e Informática), em Curitiba. Foi campeão do Brasil Tango Championship, na categoria Escenario, em 2010, e representou o País no campeonato mundial do ritmo, em Buenos Aires, no mesmo ano. É professor da Casa de Dança, em Porto Alegre.

*Edson Amaral (EdSoul): precursor do movimento Hip Hop em Santa Catarina, participou do berço da dança de rua no Brasil, na década de 1990, tendo como epicentro a estação São Bento do metrô de São Paulo. Ator, coordenador estadual da Central Única das Favelas (CUFA/SC), apresentador do programa “Alô Comunidade” e repórter da RBS TV. Por meio de um artigo seu publicado no livro “Educação 2010” e do projeto “Circuito Troca de Ideias”, que o leva a discutir com adolescentes das unidades de ensino público e particular o processo gradativo de destruição desencadeado pela venda e uso de entorpecentes, está lançando o documentário “O Lado B” – relatando o dia a dia do tráfico de drogas na Grande Florianópolis e as maneiras de prevenir este problema.

*Henrique Bianchini: formado em educação física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), em Bauru (SP), soma 15 anos como dançarino de street dance. Pesquisa a cultura Hip Hop e danças urbanas americanas com aprofundado conhecimento histórico. Professor da dança hip hop, desenvolveu revolucionárias metodologias para o ensino desta linguagem. Integrou bancas de jurados e ministrou workshops e palestras nos principais eventos relacionados a street dance no Brasil, entre eles, Festival Internacional de Hip Hop (Curitiba), Meeting Hip Hop (Valinhos/SP), Fitness Brasil Internacional (Santos/SP), Encontro das Ruas (Joinville/SC). Coreógrafo premiado em importantes festivais de street dance por todo o País, é professor e coordenador pedagógico das aulas de hip hop dance da Casa da Dança Tati Sanchis, em São Paulo, há sete anos.

*Octávio Nassur: idealizador e coordenador geral do Festival Internacional de Hip Hop de Curitiba e do Brasil Tap Jazz Festival Internacional de Dança. Pesquisador especializado em hip hop em Los Angeles e Barcelona, preside o júri da competição de dança de rua no programa TV Xuxa e participa da banca de jurados do quadro “Dança dos Famosos”, ambos na Rede Globo. Também avalia trabalhos concorrentes em eventos pelo País e no exterior. É consultor de hip hop e composição coreográfica em diversas universidades do Paraná e do Rio Grande do Sul. Docente convidado da Secretaria de Esporte e Lazer de Curitiba e da Secretaria de Educação do Paraná para capacitar professores em dança-educação. Criador da metodologia do Funk Slide System, consta no “Guinness Book” com o recorde de 27 aulas de street dance em 27 horas. Diretor da Cia. de Dança Heart Company, foi coreógrafo da Delegação Brasileira de Hip Hop nos mundiais de Miami e Praga e acaba de lançar o livro “Culinária Coreográfica – Desmedidas de Receitas para Iniciantes na Cozinha Cênica”.

*Roberta Apratti: licenciada em dança pelo Centro Universitário do Rio de Janeiro (UniverCidade) e pós-graduada em psicomotricidade pelo Instituto a Vez do Mestre/Universidade Cândido Mendes (Ucam-RJ). Bailarina e professora da escola de danças Carlinhos de Jesus e integrante do balé do programa “Domingão do Faustão”, na Rede Globo, onde fez dupla com o ator Odilon Wagner no quadro “Dança dos Famosos”, em 2011. Na mesma emissora, participou do corpo de baile do programa humorístico “Zorra Total” e dançou na novela “Caminho das Índias”. Convidada para diversos eventos publicitários e shows de dança no Brasil e exterior.

 *Tati Sanchis: especializada em jazz, hip hop  e coreografia pop/comercial pelo Edge Performing Arts Center, Madonna Grimes Fitness Teather e Millenium Dance Complex, em Los Angeles, e em teatro musical pelo Broadway Dance Center, em Nova York, atualiza-se em constantes temporadas nos Estados Unidos. Professora e jurada dos maiores festivais de dança do Brasil, como o de Joinville (SC) e o Encontro Latino Americano de Dança. Diretora do Class Masters, curso de atualização para professores na área de street/hip hop. Já ministrou aulas na Argentina, Costa Rica, Espanha, Estados Unidos, Itália, México, Paraguai, Peru, Portugal e Suíça. Participou como coreógrafa de vários projetos de TV para a Rede Globo, SBT, MTV e Disney Channel (Brasil e América Latina), como também do show bussines, incluindo a direção artística, roteiro e coreografia da turnê “High School Musical Brasil”. Seus trabalhos mais recentes são os videoclipes da novela “Quando Toca o Sino” e “Cuando Toca la Campana”, da Disney Channel Brasil e Latino, além da nova série internacional “Violetta”, gravada em Buenos Aires. Coreografou a final Top 5 do programa “Se Ela Dança Eu Danço”, no SBT. Proprietária da Casa da Dança, escola com duas unidades em São Paulo.

*Tindaro Silvano: mâitre, coreógrafo e professor de técnica clássica, começou seus estudos com o professor Carlos Leite, em Belo Horizonte, e aperfeiçoou-se com destacados mestres no País e exterior, notadamente com Hugo Dellavalle e Bettina Bellomo. Dançou no Palácio das Artes (Belo Horizonte), Ballet Guaíra (Curitiba), Ballet Gulbenkian (Lisboa) e Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Desde 1986, ministra aulas de técnica clássica e coreografa para diversas companhias e grupos de dança do Brasil, Alemanha, Bélgica, Finlândia, Holanda e Portugal. Foi professor e coreógrafo residente da Cia. de Dança de Minas Gerais, tendo criado para ela cerca de quinze obras premiadas. Entre 2007 e 2009, foi diretor artístico, coreógrafo residente e mâitre do Ballet Jovem do Palácio das Artes. Premiado pela Fundação Icatu, em 2004 e 2005, residiu em Paris como artista convidado da Cité Internationale des Arts, entidade francesa que acolhe artistas de quase todas as partes do mundo. Foi conselheiro do Festival de Joinville por quatro anos. Atualmente, é diretor artístico do Ballet Jovem do Palácio das Artes e coreógrafo convidado de companhias do País e do exterior. Preparou a Cia. Jovem da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil para apresentações inéditas a bordo de um navio, em 2011.

CONVIDADOS

     Os bailarinos Mariana Rodrigues e Edson Barbosa, do Rio de Janeiro, são a atração convidada para a noite de abertura. Em cerca de 10 minutos, a dupla apresentará o grand pas de deux do quarto e último ato do balé “Dom Quixote”, de Marius Petipa (1818-1910), com música de Ludwig Minkus (1826-1917). Representa o casamento de Quitéria (ou Kitri), filha do taberneiro, com o barbeiro Basílio, personagens principais do enredo que começa com a tentativa do pai dela de obrigá-la a se casar com o rico comerciante Gamache, desafiado pelo cavaleiro andante Dom Quixote, que vê na moça a alucinação de sua amada Dulcinéia.

     Assim como outras variações e passos inseridos na obra, esta coreografia exige alto grau de habilidade e expressividade. Seu virtuosismo magnetiza e fascina o público, tanto que pode ser interpretada em separado, sem prejuízo cênico. Entre as diversas versões de balé criadas para o livro “Dom Quixote de La Mancha”, escrito por Miguel de Cervantes e publicado pela primeira vez em 1605, a concebida por Petipa-Minkus é a mais famosa e duradoura. Foi considerada irreverente por não seguir à risca o texto literário e não conter as características da música espanhola, embora a trilha apoteótica tenha sido determinante para o seu sucesso e popularização. A estreia ocorreu com o balé do Teatro Bolshoi, em Moscou, dia 26 de dezembro de 1869, marcando a ascensão da Rússia como centro mundial da dança.

Mariana Rodrigues

     Formou-se em 2011, pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, após estagiar no corpo de baile da instituição nas principais temporadas de 2008 e 2009. Posteriormente, entrou para a Companhia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro, com direção de Dalal Achcar e Mariza Estrela.

     Em sua formação clássica e contemporânea, trabalhou com os maîtres e coreógrafos Anna Elizabeth Alexandre, Jacy Jambay, Piotr Russanov, Maria Vakhrusheva, Tereza Augusta, Cesar Lima, Dalal Achcar, Mariza Estrela, Maria Luíza Noronha, Eric Frèderic, Tindaro Silvano, Victor Ciattei, Maria Angélica Fiorani, Vasili Sulich, Desmond Kelly, Peter Wright e Marco Pierin.

     Participou de importantes concursos, como o Youth America Grand Prix, Boston International Ballet Competition, Seminário Internacional de Dança de Brasília, Festival Nacional do Conselho Brasileiro da Dança (CBDD), Passo de Arte e Festival de Joinville, obtendo premiação. No seu repertório clássico, dançou os balés “Giselle”, “Coppélia”, “Esmeralda”, “Diana e Acteon”, “Chamas de Paris”, “A Bela Adormecida”, “O Corsário”, “Paquita”, “Noites de Walpurgis”, “Raymonda” e “Dom Quixote”, entre outros.

Edson Barbosa

     Iniciou seus estudos aos 10 anos, praticando também jazz e sapateado, no Grupo Cultural de Dança – Ilha, o qual representa em diversos festivais nacionais e internacionais. Em 2009 e 2010, conquistou a maior nota em sua categoria no Festival de Joinville. Em 2012, quando o evento comemorou sua 30ª edição, recebeu o título de melhor bailarino.

     No Youth America Grand Prix de Nova Iorque, em 2010, foi o único representante brasileiro e um dos finalistas. Já na edição deste ano, classificou-se como Top 12 da competição, recebendo bolsas para a John Cranko School of Ballet (Stuttgart), o The Harid Conservatory (Boca Raton/Flórida) e o The Washington Ballet (Washington DC).

     Em 2011, fez o Summer Program no Miami City Ballet, ganhando bolsa integral, e ainda abriu o Festival de Dança de Nova Iguaçu (RJ), o Festival Internacional da Amazônia (Fida), em Belém, e o Danzamerica, em Córdoba, na Argentina. Em janeiro último, aos 17 anos, ganhou primeiro lugar masculino do 40º Prix de Lausanne, na Suíça, recebendo uma bolsa de estudos no San Francisco Ballet Trainee Program (Califórnia), para onde irá no próximo mês de setembro.

INGRESSOS

     Os ingressos custam R$ 15,00 (antecipado, estudantes e idosos acima de 60 anos) e R$ 30,00 (inteira). Há também o pacote Prêmio, no valor de R$ 35,00, com um bilhete para cada noite de espetáculos, que pode ser adquirido somente com antecipação. As 706 poltronas não são numeradas e as sessões iniciam às 19h30.

*10/08: balé clássico, balé clássico de repertório e dança contemporânea.

*11/08: danças populares, dança de salão clássica, dança de salão contemporânea e sapateado.

*12/08: danças urbanas e jazz

Pontos de venda

*Teatro Governador Pedro Ivo: diariamente, das 14h às 20h. Anexo ao Centro Administrativo do Governo do Estado de Santa Catarina, Rodovia SC-401, km 5, Saco Grande. (48) 3665-1630 – www.teatropedroivo.sc.gov.br

*Teatro Álvaro de Carvalho (TAC): até 10/08, a partir das 14h. O fechamento da bilheteria varia de acordo com o horário do espetáculo em exibição na casa, sempre duas horas antes. Quando não há sessão no dia, encerra às 19h. Convém consulta prévia. Rua Marechal Guilherme, nº 26, Centro. (48) 3028-8070 – www.tac.sc.gov.br

*Salão de Dança – Ensino Arte Cultura: até 09/08, das 9h às 13h e das 14h30 às 22h30. Avenida Santa Catarina, nº 1.589, Balneário do Estreito, Florianópolis. (48) 3207-4675 – www.salaodedanca.com.br

*Cenarium Escola de Dança: até 09/08, das 9h às 22h. Rua Lauro Linhares, n° 1.335, Trindade. (48) 3233-6868 – www.cenariumdanca.com.br

*Todoesporte: até 09/08, das 9h às 18h30. Rua Felipe Schmidt, n° 249 – loja 201 – Centro Comercial Aderbal Ramos da Silva (ARS), Centro. (48) 3324-1250

*Blueticket: www.blueticket.com.br

LIVROS

     Três livros serão lançados no hall do Centro Administrativo do Governo do Estado, defronte ao teatro. Apresentados em primeira mão no Festival de Joinville, mês passado, os títulos interessam diretamente a bailarinos, coreógrafos, professores, pesquisadores e estudantes. Mas também atraem jornalistas, fotógrafos e o público curioso a respeito da vida de personalidades emblemáticas da dança, da história do maior festival que reverencia esta arte no planeta e do funcionamento do processo criativo da coreografia.

Palco da Sagração

     Dia 10, às 18h45, o jornalista Joel Gehlen autografa “Palco da Sagração, o Maior Festival de Dança do Mundo” (Editora Letradágua, R$ 80,00), escrito em conjunto com a colega Suzana Braga. Relata e retrata momentos marcantes da trajetória do Festival de Joinville, maior evento do gênero no mundo, que em 2012 completou 30 anos. São 352 páginas contendo mais de 800 imagens e textos sobre apresentações memoráveis de grandes companhias, as estrelas que se alçaram a partir desse palco e o resgate minucioso de todos os laureados neste período. A obra sintetiza e dimensiona este encontro que é o protagonista do desenvolvimento da dança no Brasil.

Ballet Fotográfico

     Ainda no dia 10, no mesmo horário, haverá o lançamento de “Ballet Fotográfico – Imagens de uma Bailarina Solta no Mundo” (Editora Letradágua, R$ 60,00), organizado por Joel Gehlen. A edição trilíngue (português, inglês e francês), com tradução da florianopolitana Luciana Wrege Rassier e do francês Jean-José Mesguen, traz 80 fotografias de Tatiana Leskova e abre as comemorações dos seus 90 anos. O livro de 80 páginas foi impresso em tamanho pôster (24cm x 33cm) para valorizar as imagens raras e de grande plasticidade que eternizaram poeticamente a presença da ex-bailarina no palco e fora dele.

     Tatiana Leskova, que estará presente na sessão de autógrafos, ocupa papel central na história da dança no Brasil, consagrando-se também como personalidade internacional do balé. Nascida em Paris, onde se formou no estúdio de Lubov Egorova, aos 17 anos incompletos passou a integrar o Original Ballet Russo do Coronel de Basil, um segmento da mitológica companhia de Serge Diaghilev. Em 1939, o grupo parte em turnê mundial de seis anos, período em que interpretou os mais importantes papéis. Na segunda passagem da companhia pelo Rio de Janeiro, ficou definitivamente no País, iniciando produtiva relação com a mais tradicional e importante casa do balé brasileiro, o Theatro Municipal, onde foi bailarina, coreógrafa e diretora. Em seu famoso estúdio de Copacabana, atuou por meio século, como professora e mestra formadora de inúmeras estrelas do nosso balé.

Culinária Coreográfica

     Dia 12, também às 18h45, o professor Octávio Nassur, jurado do Prêmio Desterro, lança “Culinária Coreográfica – Desmedidas de Receitas para Iniciantes na Cozinha Cênica” (R$ 35,00). A edição independente partiu da proposta de uma aluna de designer gráfico, Bruna Paz, que transformou seu curso em um livro metafórico sobre os bastidores do processo criativo. O conteúdo das 144 páginas baseia-se no conhecimento que o coreógrafo e pesquisador acumulou montando trabalhos em dança nas últimas décadas. Sem usar linguagem técnica, o “desmanual” mostra possibilidades aos iniciantes que não querem seguir métodos pré-estabelecidos. Com exercícios, dicas e depoimentos de amigos coreógrafos e professores, enriquece a rara bibliografia existente acerca da composição coreográfica, oferecendo sugestões práticas. Convidado para diversos festivais, o autor é especializado em hip hop em Los Angeles, coordena o Festival Internacional de Hip Hop, em Curitiba, onde dirige a Cia. de Dança Heart.

DEBATE

     O Prêmio Desterro, este ano, dividiu a dança de salão em dois gêneros competitivos distintos: clássica e contemporânea. É o primeiro evento no Brasil a instituir formas específicas de avaliação dentro desta mesma modalidade, separando coreografias que se diferenciam pelos estilos. Assim como o termo “dança de salão clássica” – originado no momento em que surgiu o segundo –, a definição “dança de salão contemporânea” ainda é nova. Porém, a influência de elementos do balé, do contemporâneo e do jazz no salão tradicional já é percebida há bastante tempo em diversas regiões do País, gerando discussões acaloradas, especialmente em competições.

     Percebendo a necessidade de se aprofundar no assunto, a organização do festival promoverá o debate “Dança de Salão Contemporânea – Novos Caminhos para a Cena”, dia 11. O encontro será logo após a divulgação dos vencedores da noite, quando serão apresentados os trabalhos concorrentes em dança de salão, no mesmo teatro. O diretor Daniel Pozzobon, a curadora Bia Mattar e o coreógrafo e jurado Cristovão Christianis (Porto Alegre) conversarão com a plateia durante 90 minutos, difundindo e esclarecendo questões inerentes a esta nova vertente de pensamento coreográfico. A entrada é gratuita.

 

CURSOS

     Três cursos de dança foram abertos ao público. As aulas programadas em diferentes espaços da cidade serão ministradas por professores que integram a comissão julgadora do festival. Foram disponibilizadas 80 vagas, entre balé clássico (Tindaro Silvano/MG), dança contemporânea (Alex Neoral/RJ) e danças urbanas (Henrique Bianchini/SP). Os valores da inscrição variam de R$ 30,00 a R$ 60,00 e a carga horária de 90 a 180 minutos. Haverá ainda duas turmas de dança de salão (Cristovão Christianis/RS) e uma de jazz (Tati Sanchis/SP), porém, restritas a alunos de academias que os contrataram com exclusividade.

Dança contemporânea – Alex Neoral (Rio de Janeiro)

10/08 – 16h30 às 18h

R$ 35,00

30 vagas

>Célula Dança (Célula Cultural Mané Paulo). Rodovia João Paulo, n° 75, bairro João Paulo (em frente ao viaduto). Contato: (48) 9907-8986, com Elke.

Balé clássicoTindaro Silvano (Belo Horizonte)
11 e 12/08 – 10h às 11h30

R$ 60,00

20 vagas

>Associação Cultural Arte.Dança. Rua Coronel Lopes Vieira, n° 140, Centro. Contato: (48) 8447-9394, com Nathan.

 

Danças urbanasHenrique Bianchini (São Paulo)
11/08 – 14h30 às 16h

R$ 30,00

30 vagas

>Salão de Dança – Ensino, Arte e Cultura. Avenida Santa Catarina, n°1.589, Balneário do Estreito. Contato: (48) 3207-4675, com Michelle.

FESTA

     A festa oficial do 3° Prêmio Desterro está marcada para o dia 11, a partir das 22h, no Seu Beltrano Boteco Lounge. Mantendo a característica da casa, a noite será animada com muito samba-rock, tendo como atrações a banda Marelua e os convidados nacionais Tereza Gama e Marco Mattoli, integrantes da banda Clube do Balanço, de São Paulo. No piso inferior, onde funciona o Boteco da Ilha Chopperia e Bar, o grupo Novos Bambas complementa o astral festivo com o autêntico samba de raiz.

     Os ingressos antecipados custam R$ 15,00. Na hora, R$ 20,00 (feminino) e R$ 25,00 (masculino). Bailarinos, coreógrafos, diretores e assistentes que participam do festival terão entrada gratuita até 00h30, mediante a apresentação do crachá e documento com foto. O Seu Beltrano Boteco Lounge fica na Avenida Afonso Delambert Neto, n° 714, na Lagoa da Conceição. Informações e reservas: (48) 3236-0098/9635-0006 – www.seubeltrano.com.brwww.facebook.com/SeuBeltrano

Pontos de venda

*Boteco da Ilha Chopperia e Bar – Lagoa. Avenida Afonso Delambert Neto, n° 714, Lagoa da Conceição. (48) 3236-0098/9635-0006 – www.botecodailha.com.br

*Boteco da Ilha Chopperia e Bar – Beira-mar. Avenida Jornalista Rubens de Arruda Ramos, n° 2.100, Centro. (48) 3333-5457/9635-0006 – www.botecodailha.com.br

*Casarão da Dança. Rua Hermann Blumenau, n° 228, Centro. (48) 3206-4650 – www.casaraodadanca.com.br

*Studio de Dança Fabiano Silveira. Rua São Jorge, n° 202, Centro. (48) 3222-9292 – www.fabianosilveira.com.br

*Cenarium Escola de Dança. Rua Lauro Linhares, n° 1.335, Trindade. (48) 3233-6868 – www.cenariumdanca.com.br

*Salão de Dança – Ensino Arte Cultura. Avenida Santa Catarina, nº 1.589, Balneário do Estreito. (48) 3207-4675 – www.salaodedanca.com.br

*Ritmo – Dança Arte Cultura. Rua Marechal Hermes, n° 110, Estreito. (48) 3240-2139 – www.ritmofloripa.com.br

 

PROGRAMAÇÃO

 

TEATRO GOVERNADOR PEDRO IVO

 

10/08 – sexta-feira – 19h30

Convidado

01. Grand pas de deux do quarto ato de “Dom Quixote”, balé clássico de repertório, de Marius Petipa. Mariana Rodrigues e Edson Barbosa, Rio de Janeiro/RJ

Balé clássico de repertório – solo masculino – júnior

02. “Cisne Negro”, de Marius Petipa.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

03. “Arlequinade”, de Marius Petipa. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

Balé clássico de repertório – solo feminino – júnior

04. “O Corsário” (odalisca), de Mazilier e Jules Perrot. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

05. “Bodas de Aurora”, de Marius Petipa.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

Dança contemporânea – duo – júnior

06. “Superfacial”, de Matheus Brusa. Cia. Matheus Brusa, Caxias do Sul/RS

07. “Lugar Comum”, de Mery Rosa. Grupo Mery Rosa, Itajaí/SC

Balé clássico de repertório – duo – júnior

08. “Chamas de Paris”, de Vasily Vainonen.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

Dança contemporânea – solo feminino – júnior

09. “Doce Amor”, de Fernando Dalla Nora. Abydos Estúdio de Dança, Itajaí/SC

10. “Subterfúgio”, de Taysa Copelli. Cia. de Dança Kahal, Jundiaí/SP

11. “A Luz de Pérola”, de Joelma Barros.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

12. “De Dentro pra Fora de Fora pra Dentro”, de Eliane Fetzer. Eliane Fetzer Centro de Dança, Curitiba/PR

Dança contemporânea – trio – júnior

13. “Manteiga”, de Matheus Brusa. Cia. Matheus Brusa, Caxias do Sul/RS

Dança contemporânea – solo masculino – júnior

14. “Em Voltz”, de Joelma Barros.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

Balé clássico – conjunto – júnior

15. “Um Toque de Pandeiro”, de Cinthia Andrade. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

Dança contemporânea – conjunto – júnior

16. “O Outro Nascimento”, de Matheus Brusa. Cia. Matheus Brusa, Caxias do Sul/RS

Balé clássico – solo feminino – adulto

17. “Jardim de Máscara”, de Joelma Barros.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

Dança contemporânea – solo feminino – adulto

18. “Data.Plex”, de Fernando Dalla Nora. Grupo de Dança Raquel Pereira, Braço do Norte/SC

19. “Casca”, de Poliane Fogaça. Faces Ocultas Cia. Experimental, Salto/SP

20. “Electrões”, de Matheus Brusa. Cia. Matheus Brusa, Caxias do Sul/RS

21. “Caleidoscópica”, de Pollyanna Rosa.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

22. “O Amanhã”, de Mery Rosa. Grupo Mery Rosa, Itajaí/SC

23. “Mutare”, de Fernando Dalla Nora. Cia. Núcleo Corpóreo, Balneário Camboriú/SC

24. “Singular”, de Rafael Zago. IOA Dança – Instituto de Orientação Artística, Jundiaí/SP

Dança contemporânea – solo masculino – adulto

25. “Concavexo”, de Daniel Siqueira. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

26. “Bon Voyage”, de Arilton Assunção. Faces Ocultas Cia. Experimental, Salto/SP

27. “Simples Assim”, de Fernando Lima. Grupo de Dança Fernando Lima, Joinville/SC

28. “Inquietações”, de Fernando Dalla Nora. Cia. Núcleo Corpóreo, Balneário Camboriú/SC

Dança contemporânea – duo – adulto

29. “Te Quero, te Preciso, te Amo”, de Neide Garrido. Ballet Isadora Duncan, Campo Grande/MS

30. “Meu Último Desejo”, de André de Oliveira. EF Jazz Company, Curitiba/PR

31. “Desta Vez e para Sempre”, de Patricia Otto. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

32. “Reticências”, de Cynthia Ferraz. Faces Ocultas Cia. Experimental, Salto/SP

33. “Sala Muda”, de Fernando Lima. Grupo de Dança Fernando Lima, Joinville/SC

34. “Assíntotas”, de Rafael Zago. IOA Dança – Instituto de Orientação Artística, Jundiaí/SP

35. “Duo Arabesco”, de Joelma Barros.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

36. “Nós Dois”, de Mery Rosa. Grupo Mery Rosa, Itajaí/SC

37. “Lei de Newton”, de Fernando Dalla Nora. Cia. Núcleo Corpóreo, Balneário Camboriú/SC

Balé clássico – trio – adulto

38. “3 em 1”, de Patricia Otto. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

Dança contemporânea – trio – adulto

39. “Sempre Falta”, de Henry Camargo. Cia. de Dança Kahal, Jundiaí/SP

40. “Os Lusíadas – Censurado”, de Arilton Assunção. Faces Ocultas Cia. Experimental, Salto/SP

41. “Influências”, de Fernando Dalla Nora. Cia. Núcleo Corpóreo, Balneário Camboriú/SC

42. “Três Pontinhos”, de Camila Chirlei. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

Balé clássico de repertório – conjunto – adulto

43. “A Bela Adormecida”, de Marius Petipa.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

Dança contemporânea – conjunto – adulto

44. “Sobre o Imaginário”, de Erika Rosendo. Pró‐Dança de Blumenau/SC

45. “Subsídio, Sujeito”, de Fernando Dalla Nora. Cia. Núcleo Corpóreo, Balneário Camboriú/SC

46. “Contato”, de Mery Rosa. Grupo Mery Rosa, Itajaí/SC

47. “Grafismo”, de Leandro Vieira. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

48. “Sem Fronteiras”, de Rafael Zago. IOA Dança – Instituto de Orientação Artística, Jundiaí/SP

49. “Proparoxítona”, de Arilton Assunção. Faces Ocultas Cia. Experimental, Salto/SP

50. “Amplii”, de Joelma Barros.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

Balé clássico – conjunto – adulto

51. “Tchaikovscky em Movimento”, de Patricia Otto. Escola de Dança Teatro Guaíra, Curitiba/PR

11/08 – sábado – 19h30

Dança de salão clássica – duo – adulto

01. “A Viola e o Baixo”, de Ricardo Tetzner e Tatiana Leme. Andantes/Cenarium Escola de Dança, Florianópolis/SC

02. “Respire se Puder!”, de Fábio Reis. Applauso Ritmos, São Paulo/SP

03. “Cuerpo”, de Graziela Pereira. Grupo de Dança Eduxi, Itajaí/SC

04. “Aos Amigos”, de Gabriel Ferreira e Lidiani Emmerich. Gabriel Ferreira e Lidiani Emmerich, Florianópolis/SC

05. “Burn It up”, criação coletiva. Laboratório da Dança, Porto Alegre/RS

06. “Missão Impossível”, de Icaro Marchi e Lorena Scremin. Casa de Dança Tatiana Asinelli, Curitiba/PR

 

Dança de salão clássica – conjunto – adulto

07. “De Volta para Você”, de Tatiana das Neves Leme. Base – Cenarium Escola de Dança, Florianópolis/SC

08. “Sambounce”, criação coletiva. Bi Almeida Cia. de Dança, Florianópolis/SC

09. “Incrementado”, de Isildinha Prado. Cia. Artvidance, São José dos Campos/SP

10. “Rio”, de Tatiana Asinelli. Casa de Dança Tatiana Asinelli, Curitiba/PR

 

Danças populares – conjunto – júnior

11. “Triskle”, de Sabrina Carvalho. Escola Municipal de Ballet, Joinville/SC

Danças populares – duo – adulto

12. “Casa de Noca”, de Deividi Pinheiro e Pedro Ferreira. Malandragem, São Paulo/SP

Danças populares – conjunto – adulto

13. “Festa do Boi Babá”, de Angela Tereza Ribeiro Bond. Escola de Ballet e Arte, Salvador/BA

14. “Yansã”, de Julieta Furtado. Flores do Nilo, Florianópolis/SC

15. “De Tanto Pelear”, de Rudimar do Nascimento e Lisiane Gilda. Grupo Folclórico Tropeiros do Litoral, Itapema/SC

16. “Folcloreando”, de Arilton Assunção. Faces Ocultas Cia. Experimental, Salto/SP

17. “Irish”, de Carolina Vieira.Grupo Jovem Compasso, Belo Horizonte/MG

Dança de salão contemporânea – duo – adulto

18. “Nada”, de Ricardo Tetzner e Debora Pazetto. Andantes/Cenarium Escola de Dança, Florianópolis/SC

19. “Gravidade”, de Ruan Patricio e Bruna Lídia. Bi Almeida Cia. de Dança, Florianópolis/SC

20. “Pronunciação Rítmica do Meu Amor por Ti”, de Gabriel Ferreira e Lidiani Emmerich. Gabriel Ferreira e Lidiani Emmerich, Florianópolis/SC

21. “Ainda Vale a Pena” (fragmentos do espetáculo “Metade”), de Nando Berto. Cia. Nando Berto, Florianópolis/SC

22. “Obsessão”, de Edgar Fernandes e Carolina Parpinelli. Edgar Fernandes e Carolina Parpinelli, São Paulo/SP

23. “Acaso”, de Maria Claudia Reginato e Rodolfo Lorandi. Maria Claudia Reginato e Maria Claudia Reginato, Florianópolis/SC

24. “Composição 3”, de Guilherme Rocha e Cacá Rögelin. Guilherme Rocha e Cacá Rögelin, Florianópolis/SC

25. “Lencinho Querido”, de Lucas Bittencourt. Luciane Reche e Lucas Bittencourt, Belo Horizonte/MG

Dança de salão contemporânea – conjunto – adulto

26. “Lembranças” (fragmentos do espetáculo “Metade”), de Nando Berto. Cia. Nando Berto, Florianópolis/SC

27. “Grão”, criação coletiva, direção de Gabriel Ferreira e Lidiani Emmerich. Cia. Grão/Cenarium Escola de Dança, Florianópolis/SC

28. “Você Não me Ensinou a te Esquecer”, de Víctor Castelã. Casa de Dança Tatiana Asinelli, Curitiba/PR

29. “Disritmia”, criação coletiva. Andantes/Cenarium Escola de Dança, Florianópolis/SC

Sapateado – conjunto – júnior

30. “Puss in Boots – The Dance Fight”, de Sabrina Carvalho. Escola Municipal de Ballet, Joinville/SC

Sapateado – duo – adulto

31. “Amor a Toda Prova”, de Charles Renato. Companhia Feeling de Dança, São José dos Campos/SP

32. “Transparência”, de Michelle Beatriz Silveira Nicoletti. Pró‐Dança de Blumenau/SC

33. “Let’s Groove”, de Fernando Flesch e Vitor Ferraz. Garagem da Dança, Florianópolis/SC

Sapateado – trio – adulto

34. “Tappers”, de Charles Renato. Companhia Feeling de Dança, São José dos Campos/SP

Sapateado – conjunto – adulto

35. “Claqué”, de Michelle Beatriz Silveira Nicoletti. Pró‐Dança de Blumenau/SC

36. “Sonhos Roubados”, de Charles Renato. Companhia Feeling de Dança, São José dos Campos/SP

12/08 – domingo – 19h30

Jazz – solo feminino – júnior

01. “Gawasys”, de Juliano Peçanha. Eliane Fetzer Centro de Dança, Curitiba/PR

 

Danças urbanas – duo – júnior

02. “Espelho da Alma”, de Leandro e Thiago. Brothers of the Batlles, Itajaí/SC

03. “Intrínseco”, de Henry Camargo. Cia. de Dança Kahal, Jundiaí/SP

 

Jazz – trio – júnior

04. “Platinelas”, de Camila Lorenzetti. Grupo de Dança Camila Lorenzetti, Barra Velha/SC

 

Danças urbanas – conjunto – júnior

05. “Em Trânsito”, de Bruna Oechsler e Guiga de Souza. Base B, Blumenau/SC

06. “À Espreita”, de Bruna Oechsler. Grupo de Dança Andreia Mendes/FCT, Timbó/SC

07. “Expressões da Alma”, de Roberto Leite. Grupo Star Night Juvenil, Praia Grande/SP

 

Jazz – conjunto – júnior

08. “Brincando em Serviço”, de Henry Camargo. Cia. de Dança Kahal, Jundiaí/SP

09. “Xepa”, de Camila Lorenzetti. Grupo de Dança Camila Lorenzetti, Barra Velha/SC

 

Jazz – conjunto – adulto

10. “Só por Hoje”, de Isabel Willadino. Laboratório da Dança, Porto Alegre/RS

11. “No Vocabulário da Alma”, de Eliane Fetzer. EF Jazz Company, Curitiba/PR

12. “Respirações Sussurradas”, de Luana Espíndola. IOA Dança – Instituto de Orientação Artística, Jundiaí/SP

13. “Como um Sopro”, de Fernando Lima. Grupo de Dança Fernando Lima, Joinville/SC

14. “Terra de Silêncio… Terra de Anjos, Lugar de Ninguém”, de Juliano Peçanha. Eliane Fetzer Centro de Dança, Curitiba/PR

15. “Entrega”, de Clarissa Berka. Cia. de Dança Cacá Berka, Florianópolis/SC

16. “Unidade Espúria”, de Henry Camargo. Cia. de Dança Kahal, Jundiaí/SP

17. “Momentos”, de Mery Rosa. Grupo Mery Rosa, Itajaí/SC

Jazz – trio – adulto

18. “Sem Palavras”, criação coletiva. Laboratório da Dança, Porto Alegre/RS

19. “Se Eu Não Tiver Coragem de Dizer”, de Eliane Fetzer. EF Jazz Company, Curitiba/PR

Jazz – duo – adulto

20. “Reflexus”, de Hanna Luiza e Simone Cherem. LAUT!/Cenarium Escola de Dança, Florianópolis/SC

21. “Até o Fim Começar”, de Luana Espíndola. IOA Dança – Instituto de Orientação Artística, Jundiaí/SP

22. “Amor Forasteiro”, de Clarissa Berka. Cia. de Dança Cacá Berka, Florianópolis/SC

23. “O Silêncio de uma Verdade no Desejo que Você Tem de Ver o Meu Rosto…”, de Eliane Fetzer. EF Jazz Company, Curitiba/PR

Danças urbanas – duo – adulto

24. “A Hora V.I.P.”, de André Miranda e Érik Júnior. Grupo Experimental de Dança do Projeto Kabuki, Ribeirão Preto/SP

25. “Coneteo”, de Henry Camargo. Cia. de Dança Kahal, Jundiaí/SP

26. “Curtains Closed”, de Eduardo Alcantara e Juliana Kis. Brainstorm | Dance Sempre Espaço Cultural, Curitiba/PR

Jazz – solo masculino – adulto

27. “Do Amor Uma Palavra… Adeus”, de Eliane Fetzer. EF Jazz Company, Curitiba/PR

Jazz – solo feminino – adulto

28. “Mais Mentiras do que Sentimentos”, de Eliane Fetzer. EF Jazz Company, Curitiba/PR

Danças urbanas – solo masculino – adulto

29. “Blending Quality”, de Thiago Fernandes. Blast Company, Porto Alegre/RS

30. “Hold on”, de Eduardo Alcantara. Brainstorm | Dance Sempre Espaço Cultural, Curitiba/PR

Danças urbanas – solo feminino – adulto

31. “AM Lifestyle”, de Bruno de Carvalho. Grupo de Dança Andreia Mendes/FCT, Timbó/SC

Danças urbanas – conjunto – adulto

32. “Brumas”, de Agna Müller e Rogério Ribeiro. Cia. de Dança de Garopaba Atitude, Garopaba/SC

33. “O Sentido de um Corpo”, de Henry Camargo. Cia. de Dança Kahal, Jundiaí/SP

34. “The Party”, de Jhon Helder Garcia. Cia. Hip Hop Union, Joinville/SC

35. “Private Show”, de Lissandra Rodrigues e Edy Style. Cia. Dançar Lissandra Rodrigues, Curitiba/PR

36. “F5”, de Eladio Prados Neto. Grupo de Dança Andreia Mendes/FCT, Timbó/SC

37. “Andando nas Ruas”, de Roberto Leite. Grupo Star Night, Praia Grande/SP

38. “Inside”, de Renan Péres e Simone Cherem. LAUT!/Cenarium Escola de Dança, Florianópolis/SC

39. “Afirmação, uma Busca”, de Diego Tavares e Juliana Querino. Seed’ance Company, São José/SC

40. “InForm”, de Bruno de Carvalho e Carlos Rodrigues.Soul B.A.S.E., Florianópolis/SC

Prêmio Desterro online:

Site: www.premiodesterro.com.br

Facebook: facebook.com/FestivaldeDanca

Twitter: @premiodesterro

Assessoria de comunicação:

Marcos Reichardt Cardoso (SC 00461 JP)

(48) 9972-0991

marcosreichardtcardoso@yahoo.com.br

Applauso Ritmos (1) – Crédito Claudio Etges

Brainstorm – Dance Sempre Espaço Cultural (5) – Crédito Zeca Ricetti

Faces Ocultas Cia Experimental (1) – Proparoxìtona – Crédito Arlei Bertani

Flores do Nilo (1) – Crédito Claudio Etges

Grupo de Dança Eduxi (1) – crédito Divulgação

Grupo de Dança Raquel Pereira (1) – Crédito Claudio Etges

Grupo Folclórico Tropeiros do Litoral (1) – Crédito Claudio Etges

 

 

 

 

 

 

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