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Papo cabeça com Fabiano Silveira e o Jornal Notícias do Dia

“Tango é o ‘Everest’ da dança de salão”, diz coordenador da Bienal de Tango de Florianópolis, marcada para o mês de fevereiro

Com 7 anos de muito sucesso, grandes espetáculos, bailes de gala, workshops com os mais renomados profissionais do Tango internacional, entre músicos, cantantes e bailarinos, a BIENAL INTERNACIONAL DE TANGO tem seu espaço garantido entre os mais importantes eventos de dança do país e também entre os principais eventos culturais e turísticos de Santa Catarina. Isso tudo decorre da busca constante e incansável de seu organizador, Fabiano Silveira, pela qualidade e excelência em todos os detalhes que cercam o evento, sempre visando o conforto dos participantes e a valorização cultural de nossa Florianópolis.
Um evento desse porte não poderia passar desapercebido pelos principais veículos de comunicação, que cientes de sua importância, acompanham com entusiasmo toda a preparação e expectativas para a sua realização.
Pensando nisso fomos garimpar para os nossos leitores uma ótima entrevista feita pelo jornalista Carlos Damião do Jornal Notícias do Dia.
Acompanhe conosco!
Luiz Evangelista/ND

Professor Fabiano Silveira 

“Florianópolis será palco, no próximo mês, de mais uma edição da Bienal de Tango, o maior evento do gênero no Brasil, coordenado pelo professor de dança Fabiano Silveira. A sétima edição do festival está marcada para o período de 13 a 16 de fevereiro, com workshops no Majestic Palace Hotel e espetáculos no Teatro Ademir Rosa (CIC). Fabiano prevê a presença de até duas mil pessoas, tanto do Brasil quanto do exterior, atraídas pela magia do tango, considerado “o Everest da dança de salão”, ou seja, um desafio constante para os aficionados, sejam iniciantes ou profissionais. O coordenador tem 15 anos de dedicação à atividade, que considera “terapêutica e artística, despertando paixões e sentimentos, com comprovados benefícios à saúde”.

A Bienal de Tango está consagrada no nosso calendário de eventos culturais. Como surgiu essa ideia?

A partir de um encontro com o professor argentino e bailarino Osvaldo Zotto, que morreu em 2010. Quando começamos, ele sugeriu que o evento fosse em Jurerê, porque considerava muito interessante a relação do tango com a temporada de veraneio e a presença de muitos turistas argentinos entre nós. Depois, evoluímos para outro patamar, com os workshops, os espetáculos que envolvem essa dança tão mágica.

Por que as pessoas gostam tanto do tango?

Eis uma pergunta difícil de responder. Tango não é apenas uma dança, é um sentimento, uma paixão que não se explica. Veja que dezenas de pessoas vêm de outros Estados – inclusive os litorâneos do Norte e Nordeste, onde há praias belíssimas – apenas para participar da nossa bienal, dançar e apreciar os espetáculos. É uma dança muito bonita, não é fácil e desperta grandes emoções.

É dança de salão e é arte?

Precisamos diferenciar as duas situações. É dança de salão, inclusive terapêutica, e é também dança artística. Neste caso, dos espetáculos, das apresentações especiais que acontecem durante a bienal, chamamos de “tango cenário”. O ritmo foi inclusive reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Falaste em terapia. Dança é considerada terapia?

A dança de salão é procurada por muitas pessoas que precisam desenvolver atividades físicas e não gostam de frequentar academias de ginástica ou musculação. Além da questão estética, há os benefícios à saúde. Dançar é recomendado a cardíacos e portadores de mal de Alzheimer, por exemplo, entre outros problemas de saúde.

Qual o ritmo mais popular de dança de salão?

O tango é mais seletivo, é voltado a um público bem mais específico, até pelas dificuldades que envolve. No Brasil, os ritmos mais populares de dança de salão são o forró, o samba e o sertanejo universitário (variação do chamado vanerão). Além de terapia, as pessoas procuram também acompanhar tendências, ou seja, dançar aquilo que está na moda.

Seu grupo é muito requisitado para espetáculos?

Sim, temos um grupo fixo de bailarinos e nos apresentamos nos mais diferentes tipos de eventos, em restaurantes, teatros, clubes, hotéis. Aliás, os turistas gostam muito dessas performances.

Ainda no caso da Bienal do Tango, qualquer pessoa pode participar dos workshops?

Claro. Os workshops são divididos em três categorias – iniciante, intermediário e avançado. Nosso foco maior inclusive são os iniciantes, que nunca tiveram contato com esse ritmo. Mesmo sem apoio governamental – o evento é privado – nós concedemos bolsas para que as pessoas interessadas, que não tenham recursos financeiros, possam participar. É a nossa parte de responsabilidade social, de estímulo à inclusão cultural.”

Para ler a matéria no site do ND clique AQUI!

Ainda não fez sua inscrição? Então confira agora tudo sobre a VII BIENAL DE TANGO DE FLORIANÓPOLIS na nossa PÁGINA ESPECIAL ou no SITE DO EVENTO!!

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