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Confirmado! ELE vem ao Brasil!!!! The Mambo King!!!

Salsa COngress 2013

Salseros e salseras de todos o Brasil! Preparem-se!

Aqueles que sofrem de problemas cardíacos parem de ler agora! O Dança Catarina não se responsabiliza pelas consequências!

Confirmadíssimo!! De 14 a 17 de novembro de 2013 ELE estará entre nós!!!

EDDIE TORRES * THE MAMBO KING

O XIII CONGRESSO MUNDIA DE SALSA DO BRASIL traz pela primeira vez a lenda viva da salsa, o Rei do Mambo, Rei da Salsa On2, maior professor da história que ao longo de mais de quatro décadas já ensinou milhares de pessoas pelo mundo inteiro, treinou milhares de dançarinos, incluindo alguns dos bailarinos mais importantes do mundo e instrutores da Big Apple e em todo o planeta como Delille Thomas (Mambo D), Wilton Beltre (fundador do Santo Rico Dance Company), Adolfo Indacochea, Franklin Diaz, Frankie Martinez e Seaon Brystol.

Para quem não sabe quem é ou nunca ouviu falar vamos dar uns exemplos, seria algo como Elvis Presley para os fãs do rock ou Michael Jackson para os fãs do pop, João Paulo Segundo para os católicos ou a rainha Elizabeth para os britânicos. ( Entendeu, istepô?)

Eddie Torres criou um estilo único de ensinar e de dançar o mambo e elevou a salsa ao status de arte respeitada e admirada por milhões de seguidores ao redor do globo.

A contagem regressiva já começou, as inscrições já estão abertas, faltam 68 dias para o maior Congresso de Salsa jamais visto na América Latina!!!

O Dança Catarina vai estar lá e também vai acompanhar cada novidade, cada emoção nesta caminhada de 68 dias para o encontro com o REI!

Venha conosco, faça parte deste momento histórica na dança de salão do Brasil, garanta o seu passaporte e venha aprender e aprimorar os seus conhecimentos com o maior nome da salsa da história: EDDIE TORRES!

E para o pessoal conhecer um pouco mais dessa trajetória de mais de quatro décadas dedicadas à salsa, o Dança Catarina preparou uma pequena biografia dessa verdadeira lenda viva, com vocês:

EDDIE TORRES

O INÍCIO DE TUDO

eddie (1)Eddie nasceu em 3 de julho de 1950 no mesmo hospital em que nasceu Tito Puente, filho de pais porto-riquenhos foi criado no bairro espanho do Harlem, em New York City, também conhecido como “El Barrio”. Sua mãe era funcionária do hospital e seu pai um encanador muito criativo que despertou em Eddie o gosto por inventar, na sua família não havia músicos ou dançarinos.

Foi aos 12 anos que ele resolveu que ia aprender a dançar. A história toda começou com uma paixão adolescente arrebatadora, como costumam ser os amores nessa idade, por uma garota, Renée. Tímido, ele a convidou para ir ao cinema e ela respondeu convidando-o para ir a sua casa no sábado. Chegando à casa da menina Eddie ficou surpreso ao ver um rapaz alto e boa pinta sentado ao sofá da sala. Renée o cumprimentou desculpando-se e explicando, era seu ex-namorado e estava querendo reatar o namoro, em seguida para quebrar a tensão que havia se formado, perguntou se ele sabia dançar salsa. Eddie que havia acabado de voltar de um período de dois anos em Porto Rico, mas que na verdade nada sabia sobre tempos, musicalidade, condução ou mesmo passos básicos, encheu-se de confiança e começou a pular e requebrar no meio da sala ao som de Eddie Palmiere, Azucar Pa`Ti. Ao fim da música olhou em volta achando que tinha arrebentado, mas seu rival no sofá segurava-se para não explodir em gargalhadas. Renée então de forma professoral puxou o ex-namorado e disse-lhe: “Deixe-me mostrar-lhe a maneira como dançamos”. E naqueles dois minutos seguintes Eddie sentiu-se péssimo, o casal movia-se em sincronia perfeita no tempo certo da música. Após a demonstração a garota chamou de lado e lhe disse: “Eu adoro dançar e ele realmente quer voltar comigo”. Eddie saiu de lá arrasado mas fez uma promessa a si mesmo:”Isso nunca vai acontecer comigo de novo. Vou aprender a dançar”.

A ideia de aprender a dançar salsa tornou-se uma obcessão, sem escolas onde se ensinasse a dançar começou a frequentar os clubes e andar atrás dos melhores dançarinos, observando, imitando, pedindo explicações, enfim, tournou-se mesmo uma praga, como ele gosta de contar. Mas lentamente começou a compreender os fundamentos da salsa.

Naquela época não havia muito clubes que permitissem a entrada de adolescentes, mas o famoso Hunts Point Palace que abria todos os domingos do meio-dia à meia-noite permitia e por apenas US$5,00 ele conheceu as cinco principais bandas latinas daqueles tempos, tournou-se habitué do clube.

Oito anos mais tarde estava começando a colher os frutos de seu esforço, dando aulas, competindo em concursos de dança e construíndo a sua reputação como um dos melhores dançarinos latinos. Uma noite, enquanto ele estava dançando com uma roupa branca da cabeça aos pés em uma pista iluminada apenas com luz negra sua irmã o pega pelo braço, uma moça o havia visto dançando e queria fazer umas aulas. No escuro, a irmã de Eddie fez as honras. “Renée, eu quero que você conheça meu irmão Eddie.” Ao reconhecer o dançarino hábil, Renée congelou como se tivesse visto um fantasma e antes que Eddie pudesse chamá-la para dançar ela já havia sumido. Eddie queria dançar com ela desesperadamente, queria agradecê-la : “Você é a razão pela qual eu entrei nessa”. Mas ela desapareceu e que foi a última vez que ele a viu.

APRENDENDO OS PRINCÍPIOS BÁSICOS

Naquela época não haviam escolas onde se podia aprender a dançar salsa, por isso a cena noturna foi a base do desenvolvimento para aspirantes a dançarinos. E nem todos os bailarinos eram generosos. “Havia dançarinos que nem sequer queriam que você olhe para os seus passos, porque eles não querem que você aprendesse”. A grande sorte para Eddie é ele tinha um talento especial para pegar os passos apenas observando. Ele observou dançarinos como Louie Máquina, que recebeu o apelido por seu “footwork rápido e intenso”; Gerard, um dançarino conhecido por suas travessuras escandalosas no chão; George Boscones, o professor dos recém-chegados e, especialmente, Jo-Jo Smith, um professor de jazz profissional com um estilo único de dançar mambo jazz.

Os profissionais da época eram Freddy Rios, o Cha Cha Aces, Tommy Johnson e um casal que foi sua maior influência: Augie e Margo. Depois da primeira vez Eddie os viu em Roseland, ele ficou em tal estado de euforia que não conseguiu dormir por semanas. Ele não parava de pensar: “Eu quero ser Augie e eu tenho que encontrar a minha Margo”.

Com o conhecimento adquirido e determinado a seguir carreira como dançarino e professor, abriu seu próprio estúdio de dança, ele sempre gostou de compartilhar o que sabia, essa era a sua vocação. Armado com um fonógrafo alugado e um grupo de amigos começou o seu negócio. Com os conceitos de tempo, técnica ou teoria, sua instrução consistia em conselhos bem rudimentares: “Você ouve aquele sotaque na música, isso significa que você vai pisar a frente com o pé esquerdo e quando você ouvi-lo novamente, você pisa de volta”. Isto era conhecido como a salsa on 2 e Eddie iria descobrir-lá em breve. Pisando no dois significava que de uma medida de quatro batidas, você deu um passo adiante com o pé esquerdo no segundo tempo e, na segunda medida  das batida que você deu um passo atrás com o pé direito. De acordo com o mentor de Eddie, Tito Puente, é por isso que a salsa on2 é tão popular, porque acompanha o tumbao da conga e a seção rítmica da música.

TITO , POR FAVOR

Tito Puentes e Eddie Torres

Tito Puentes e Eddie Torres

De 1975 a 1986, a casa noturna Corso, na East 86th Street tornou-se sua segunda casa, quartas, sextas , sábados e domingos Eddie Torres estava sempre por lá. Desde o início, a música de Tito Puente falava por ele. Isso foi durante os anos em que Puente teve a banda com Colón Santos. Eddie testava suas habilidades em concurso de dança e tantos foram os prêmios que ganhou que Marty Ahret, proprietário do Corso, pediu-lhe para parar de competir e tornar-se juiz nos concursos.

Uma noite de domingo, como Tito Puente desceu do palco, Eddie se aproximou do maestro para cumprimentá-lo. Tito percebeu o talento de Eddie, “você tem talento para a dança. Você precisa fazer algo mais do que apenas passar todo o seu tempo aqui dançando socialmente”. “Não há professores”, Eddie retrucou. Ao que Tito lhe respondeu, “Esqueça os professores! Desenvolva seu próprio método e coloque-o em ação! Descubra a si mesmo! Encorajado, Eddie insistiu, “Podemos fazer algum trabalho juntos”?  – “Traga algo para me mostrar e então veremos”concluiu Tito. Era a realização de seu sonho! Tudo o que Eddie sempre quis fazer era dançar na banda de seu ídolo, Tito Puente.

Oito anos antes destes fatos, Eddie conheceu Maria, sua futura esposa e parceira. Professora de ginástica para crianças, Maria, que no início sentia-se intimidada, rapidamente se tornou a melhor aluna de Eddie. “Eu fazia um passo e ela respondia com desenvoltura”. Em menos de um ano ela se tornou uma boa dançarina palco, mas ainda não tinha nenhuma experiência em salão. Então, quando Eddie a apresentou nos clubes como sua nova parceira, seus amigos não botaram muita fé. Dois anos mais tarde um deles admitiu: “Você sabe, Eddie, ela está ficando muito boa”. No terceiro ano, os amigos já eram unânimes ao afirmar: Maria era a melhor parceira que Eddie já havia tido.

De olho nas oportunidades e buscando os seus sonhos, Eddie coreografou e treinou com Maria suas duas primeiras músicas de Tito Puente, El Cayuco e Paládio Dias. Entusiasmado com o resultado de seu trabalho, decidiu que era chegada a hora de procurar novamente Tito Puente.

Eddie Torres e sua esposa Maria

Eddie Torres e sua esposa Maria

O músico estava apresentando-se no Christopher Cafe, em El Barrio, Mr. Puente recebeu Eddie:”Você é o dançarino do Corso”! Torres ofereceu-lhe um cartão de visita improvisado, e perguntou: “Você acha que eu posso vir com minha parceira e demonstrar dois números que coreografei? Se você gosta deles, talvez pudéssemos fazer um show com você”. Tito não mediu palavras: “Você sabe, eu vou ser honesto com você, Eddie. Estou muito ocupado agora. Eu não acho que eu vou ter a chance de chamá-lo”. Eddie fez uma careta e Tito continuou: “Mas eu vou te dizer o que vou fazer. Vou apresentá-lo a meu diretor musical, Jimmy Frisaura. Jimmy dirá exatamente o que eu quero na música, como você irá interpretá-la, e no nosso próximo show, você se apresentará com sua parceira”. Eddie ficou em choque!

O ano era 1980. Foi um sonho tornado realidade, o show de estréia com Tito Puente teve lugar no New York Coliseum como parte de uma grande Expo Latina. Eddie estava muito nervoso, mas ele e sua companheira, Maria, estavam muito preparados. Eles dançaram Cayuco primeiro e logo depois Palladium Dias. O público ficou encantado e Mr. Puente tinha um grande sorriso no rosto. Foi um sucesso total!

Daquele dia em diante, Eddie passou a seguir Tito por todos os lugares sempre levando figurinos e sapatos para show. E Tito ao vê-lo sempre os chamava: “Vocês não gostariam de fazer um número?” Era eventual, mas Torres sentia-se privilegiado por trabalhar com Tito. Com o passar do tempo, Eddie foi incorporado ao show e então tomou coragem e perguntou:  “Tito, você se importaria se nós nos chamamos Tito Puente Dancers”? E Tito concordou. Foi a maior honra de Eddie. Ainda mais quando Jimmy Frisaura confidenciou: “Tito não divide o palco com ninguém tão rapidamente, ele gosta de você”.

QUEREMOS SALSA

Em meados dos anos oitenta a salsa entrou em declínio e estava muito difícil conseguir trabalho como dançarino do gênero. Em certa ocasião, Eddie queria dançar em um show de salsa no Madison Square Garden, onde Tito Puente estava tocando, mas Ralph Mercado disse: “Não, não, não. Chegua de dança, vamos colocar Discoteca para o show de intervalo, não vejo  necessidade de você dançar, não é o que as pessoas querem”. Sentindo-se magoado e desvalorizado, Eddie explicou sua frustração a Tito: “Eu não estou pedindo dinheiro. Eu só quero sair e fazer o meu trabalho com você.” Tito assegurou-lhe: “Não se preocupe com isso, vou levá-los como Tito Puente Dancers e eu vou dizer a Ralphy que não precisa se preocupar com nada.”

Na noite do show, Ralphy colocou a Discoteca para tocar pensando agradar a multidão, imediatamente depois Tito Puente tocou “Pa Los Rumberos”, e a multidão entrou em frenesi. Tito então chamou o casal Eddie e Maria para dançarem durante a música Dias Paládio, um muito ardente, intenso. Muito sério Eddie avisou para Maria, “Eu quero você dê o seu sangue.” E eles dançaram como se estivessem em chamas. Tito sorria sem parar encantado, Ralph Mercado não acreditava no que via e a multidão aplaudia de pé, deixando uma mensagem bem clara: eles preferiam ver dança latina acompanhando a música latina e não discoteca. Depois daquela noite, Ralph Mercado passou a chamar Eddie para fazer shows com ele. Na década de noventa, Ralphy montou seu próprio grupo de dança chamado Dançarinos RMM, embora o grupo de Eddie continue a fazer apresentações eventuais em seus shows.

Eddie Torres Jr e Eddie Torres

Eddie Torres Jr e Eddie Torres

O FUTURO

Durante os anos oitenta, quando Maria e Eddie entraram em cena, restavam poucos vestígios da poderosa era Palladium, poucos casais continuaram dançando, Ernie e Dottie e os Aces Cha Cha. Parece que os dançarinos  da era Palladium estavam tão ocupados dançando para seu próprio prazer que se esqueceram de planejar o futuro.

Desde o início, Eddie desenvolveu uma visão: fazer a dança latina evoluir a ponto de tornar-se uma forma de arte clássica e respeitada. Reconhecendo a necessidade de passar as tradições da música e da dança para as gerações futuras, o Eddie Torres tomou para si essa tarefa. As pessoas riram dele, “Eddie, o que você está fazendo”? “Esta dança está morta”! Mas ele continuou obstinadamente em sua missão.

Antes de Eddie Torres aparecer ninguém jamais pensado e elaborado conceitos de estrutura e de técnica. Ele tem ensinado milhares de aficionados por salsa ao redor do mundo. Programa de danças no Bronx ensina cerca de 300 crianças a cada ano e por ele passaram inclusive seus próprios filhos, Eddie e Nadia, os dois hoje profissionais experientes e de muito sucesso.

A idéia única de oferecer salsa ou mambo para crianças ao lado de outras formas de outras danças como ballet, jazz, sapateado, ou afro, garante o futuro das danças latinas. O programa desenvolvido por Eddie agora é administrado por Maria.

ELE TEM ESTILO

EddieQuando a salsa chegou a Nova Iorque, era uma dança de posição aberta. Isso significa que os casais dançavam em frente um do outro e não havia muito contato, o que hoje conhecemos dança em casal. Mas a segunda geração pós-Palladium buscou um caminho diferente, dançando cada vez mais em contato com os seus parceiros.

Os bailarinos do Palladium trouxeram o estilo das ruas de Nova York para a salsa, não apenas no modo de dançar, mas na também no jeto de se vestir, de falar, na linguagem corporal como um todo, é uma certa atitude de atrevimento, meio hip-hop, bem típica de quem nasceu e cresceu no Harlem. “Trata-se de uma assinatura tão marcante que se eu visse alguém de Nova York dançando no Japão eu saberia identificar sua origem”, comenta Eddie.

Os grandes musicais da Broadway, o trabalho de Ailey, o Afro e o flamenco, todos foram fontes de inspiração para Eddie Torres. Observando, imitando, e admirando as pessoas que estavam no topo, Eddie foi evoluido como um profissional. O resultado de todo esse trabalho de pesquisa e observação foi a criação de um estilo próprio e único, completamente diverso dos que o antecederam. Com uma incrível capacidade de imitar, ele incorporou um pouco de jazz, um pouco de ballet, um pouco de contemporâneo, um pouco de dança moderna, um pouco de hip-hop e criou o seu estilo, eclético, mas cheio de técnica, swing e musicalidade.

O REPERTÓRIO DE EDDIE

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Laberta , uma professora de dança de salão , foi outra influência relevante na vida de Eddie, foi com ela que ele aprendeu todas as danças de salão e foi ai que se apaixonou pelo mambo. Laberta foi também decisiva na carreira docente de Eddie ensinando-o a didática da dança. Ela o levou nos salões de festas e explicava: “Estas pessoas são estudiosos e aficionados da dança. Se você não dançar no tempo dois, se você não estiver dentro do tempo da música ou se fizerem perguntas sobre teoria e clave e você não souber, eles irão desprezá-lo”.

Felizmente para Eddie, ele havia dançado no tempo dois toda a sua vida mesmo sem o perceber e o conhecimento teórico sobre tempos musicais e a clave o aprimoraram não apenas como professor, mas também como dançarino e coreógrafo. Graças a Laberta, todos os passos de Eddie têm nomes. Este repertório de passos e giros, com seus nomes correspondentes, permite uma maneira mais clara de passar o conhecimento aos alunos. Um programa de estudos de Eddie já documentou mais de trezentos passos diferentes. Seu laboratório é autossuficiente, às vezes os passos surgem espontaneamente na classe, em outras, apenas brincando com uma pequena pausa ou frase musical tem-se um novo passo. Hoje em dia, parte da diversão é inventar um passo e, em seguida, encontrar um nome para ele.

Hoje os alunos de dança já superam as pessoas que dançavam socialmente há muitos anos. Talento natural é um plus, mas Torres avisa: “Entre os latinos principalmente, acreditamos que podemos brilhar na pista de dança simplesmente por que somos latinos, por que nascemos com a dança na alma e isso não é exatamente verdade. É preciso treino e muita dedicação nas aulas, é preciso dançar com alegria, com sabor.”

Eddie costuma dizer que devemos agradecer a Tito Puente por contribuir para a divulgação da dança salsa na maioria dos seus concertos, momentos em que ele chega inclusive a fazer um pequeno discurso para a platéia sobre a importância da dança ao apresentar seus bailarinos latinos.

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Entre as centenas de trabalhos de Eddie podemos destacar suas inúmeras apresentações com a Orquestra de Tito Puente, coreografando vídeos musicais e dançando para artistas como Ruben Blades, Orquesta de La Luz, Tito Nieves, José Alberto El Canario, David Byrne, dançando para o presidente George W. Bush, shows no Carnegie Hall, no Teatro Apollo, no Madison Square Garden e, é claro, pela criação de sua companhia de dança que é referência internacional em danças latinas.

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